sábado, 18 de abril de 2020

18 de abril - Dia Nacional do Livro Infantil



18 de abril - Dia Nacional do Livro Infantil é a data escolhida para celebrar a literatura infantil nacional. Isso porque, nesse dia, em 1882, nascia o escritor Monteiro Lobato, considerado o pai da literatura infantil brasileira. Portanto, é uma data que celebra esse tipo de literatura e homenageia esse escritor, autor não só de textos para crianças, apesar de ser mais conhecido por eles.
Além dos livros de Monteiro Lobato, o público infantil juvenil conta com outras grandes obras nacionais e internacionais para o seu entretenimento e, acima de tudo, para pensar sobre a realidade. Por exemplo: O meu pé de laranja lima, de José Mauro de Vasconcelos; Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carrol; As aventuras de Pinóquio, de Carlo Collodi; O mágico de Oz, de L. Frank Baum; e Viagem ao centro da Terra, de Júlio Verne.

Por que o Dia Nacional do Livro Infantil é no 18 de abril?

O Dia Nacional do Livro Infantil foi criado pela Lei no 10.402, de 8 de janeiro de 2002: “Art. 1o Fica instituído o Dia Nacional do Livro Infantil, a ser comemorado, anualmente, no dia 18 de abril, data natalícia do escritor Monteiro Lobato”. Portanto, a data foi escolhida para homenagear o escritor Monteiro Lobato, considerado o pioneiro, o pai da literatura infantil brasileira.
O picapau amarelo faz parte do universo criado por Monteiro Lobato e muito conhecido pelos leitores brasileiros.
Monteiro Lobato (1882-1948) não escreveu apenas para o público infantil. Sua literatura para adultos está inserida no pré-modernismo, período literário que compreende os anos de 1902 a 1922. No entanto, escrever para crianças deu a ele projeção nacional. Principalmente, após a sua morte, quando a série Sítio do Picapau Amarelo foi adaptada para a televisão.
As personagens Narizinho, Pedrinho, Emília, Visconde de Sabugosa, Tia Nastácia e Dona Benta exploram um mundo de fantasia, que dialoga com personagens e fatos históricos e com o folclore nacional. A série Sítio do Picapau Amarelo é composta pelos seguintes títulos:
  •  O saci (1921)
  •  Fábulas (1922)
  •  Aventuras de Hans Staden (1927)
  •  Memórias de Emília (1930)
  •  Reinações de Narizinho (1931)
  •  Viagem ao céu (1932)
  •  História do mundo para as crianças (1933)
  •  Caçadas de Pedrinho (1933)
  •  Emília no país da gramática (1934)
  •  Aritmética da Emília (1935)
  •  Geografia de Dona Benta (1935)
  •  História das invenções (1935)
  •  Memórias da Emília (1936)
  •  Dom Quixote das crianças (1936)
  •  Histórias de Tia Nastácia (1937)
  •  O poço do Visconde (1937)
  •  Serões de Dona Benta (1937)
  •  O picapau amarelo (1939)
  •  A reforma da natureza (1939)
  •  O Minotauro (1939)
  •  A chave do tamanho (1942)
  •  Os doze trabalhos de Hércules (1944)
  •  No tempo de Nero (1947)
  •  Histórias diversas (1947)

O que se comemora no Dia Nacional do Livro Infantil?

O dia 18 de abril é uma oportunidade para homenagear Monteiro Lobato e sua obra para crianças. Não obstante, mais do que isso, é uma data que celebra a literatura infantil brasileira como um todo. Dessa forma, autoras e autores desse gênero, bem como seus livros, são lembrados nessa ocasião.
É também o momento em que editoras, escolas, bibliotecas públicas e órgãos governamentais podem aproveitar para discutir a importância da literatura infantil na cultura brasileira, expor os problemas que ela enfrenta, divulgar as histórias bem-sucedidas dela, e realizar o lançamento de novos livros e autores do gênero.
O livro infantil é lugar de sonho, fantasia, reflexão e, também, realidade.
O livro infantil é lugar de sonho, fantasia, reflexão e, também, realidade.
Acima de tudo, o dia 18 de abril comemora a leitura infantil e seu universo lúdico e particular, sem deixar de lado a conscientização dos adultos e das instituições responsáveis pela formação da criança:
“[...] quando os familiares apresentam aos filhos livros de diferentes gêneros literários, e engajam as crianças em situações de leitura e contação de histórias, criam oportunidades de interação verbal, sendo possível esperar que essas práticas contribuam na formação leitora”.|1|
incentivo à leitura é, portanto, um desafio para pais ou responsáveis, escolas, editoras, enfim, todo um país:
“O desenvolvimento e hábitos permanentes de leitura são um processo constante, que começa no lar, aperfeiçoa-se na escola vida afora, através das influências da atmosfera cultural geral e dos esforços conscientes da educação e das bibliotecas públicas”.|2|

Monteiro Lobato

O escritor Monteiro Lobato, em 1900.
O escritor Monteiro Lobato, em 1900.
Monteiro Lobato, ou José Bento Monteiro Lobato, nasceu em 1882, no estado de São Paulo, em Taubaté. Estudou Direito e foi promotor no município de Areias. Quando herdou a fazenda do avô, em 1911, decidiu arriscar-se na agricultura, atividade na qual não obteve sucesso.
Em 1914, publicou os artigos “Velha praga” e “O caboclo e o urupê do pau podre que vegeta no sombrio da mata”, no jornal Estado de São Paulo. Nesses artigos, Lobato acusou o caipira (homem do campo) de ser preguiçoso e inútil. Entretanto a conscientização do escritor veio em seguida, quando descobriu que o homem do interior do Brasil vivia na miséria, com precário ou nenhum sistema de saneamento básico.
Ele entendeu que a “preguiça” do Jeca Tatu (personagem criado para o livro Urupês)  devia-se às verminoses de que o caipira era vítima, devido à falta de educação e saneamento básico. Assim, o escritor escreveu artigos em que defendia uma política de saneamento básico no interior do país, publicados no livro Problema vital, em 1918, pela Sociedade Eugênica de São Paulo e pela Liga Pró-Saneamento do Brasil.
Foi dono da Revista do Brasil e criou a primeira editora nacional. De 1927 a 1931, morou em Nova Iorque, como adido comercial. Fundou o Sindicato Nacional de Indústria e Comércio e a Companhia de Petróleos do Brasil. Foi detido em março de 1941 e ficou preso durante três meses. Motivo: em carta ao presidente Getúlio Vargas, acusou o Conselho Nacional de Petróleo de fazer perseguição às empresas nacionais, impedir a exploração do subsolo e contribuir para o monopólio estatal.
Faleceu em 4 de julho de 1948. Em 1958, em Taubaté, foi criado o Museu Histórico, Folclórico e Pedagógico Monteiro Lobato, no casarão do visconde de Tremembé (avô do escritor). Deixou inúmeras obras escritas para o público infantil, que compõem a série Sítio do Picapau Amarelo, e livros para o público adulto, sendo deles os principais:
  •  Urupês (1918): contos
  •  Cidades mortas (1919): contos
  •  Negrinha (1920): contos
  •  O presidente negro (1926): romance
Notas
|1| Iasmin Rhayzza da Silva Luna, Jessica Silva dos Santos e Ester Calland de Sousa Rosa — Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
|2| BAMBERGER (2002, p. 920) apud LUNA; SANTOS; ROSA (2019, p. 8). Richard Bamberger (1911-2007) foi professor, pesquisador e autor austríaco.
Por Warley Souza
Professor de Literatura


segunda-feira, 13 de abril de 2020

NOSSO FINAL FELIZ!!




Mantendo nosso empenho diário de distanciamento social, FICANDO EM CASA, sugerimos a leitura do livro cujo nome diz tudo o que  mais desejamos... NOSSO FINAL FELIZ!!

Além de contar ludicamente a história da chegada do Coronavírus, sua trajetória, consequências no nosso dia a dia e as mudanças necessárias de hábitos, nos transmite a ESPERANÇA de um final vitorioso contra a disseminação da COVID-19.

Vale a pena conferir!
           
       Créditos:


Acesse um dos links abaixo e partilhe a leitura da história!


sábado, 4 de abril de 2020

LIVRO EXPLICA A PANDEMIA DE COVID-19 ÀS CRIANÇAS


Uma forma lúdica de ensinar nossos pequeninos sobre o que está acontecendo. Leia para eles!

@saludmentalperinatal / Reprodução



A psicóloga perinatal Guadalupe del Canto, do Instituto Argentino de Salud Mental Perinatal, desenvolveu um conto para facilitar a conversa das mães com os filhos quando o assunto é a pandemia do coronavírus. O livro é gratuito e está disponível em sete idiomas, além de uma versão para colorir. Acesso em gzh.rs/livrocorona.

Quer saber mais? 
Acesse os links abaixo! São fontes de nossas pesquisas e estudos.





Prontos para a leitura?

Disponibilizamos a versão do livro em Português para todos de casa lerem juntos e se cuidarem cada vez mais no combate ao coronavírus.

Acesse o link que segue e boa leitura!


Agradecimento

Em tempo, agradecemos nosso amigo e colaborador Ev Francys de Madureira que nos apresentou o material.

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Turma da Mônica libera mais de 180 gibis clássicos gratuitamente

Entre os destaques está a edição número 1 da revista Mônica, datada de 1970

segunda-feira, 30 de março de 2020


30/03/2020


Mas...

A educação não pode parar!!!

Esse blog é uma das alternativas que investimos para manter nossos alunos estudando.

Vamos fazendo nossa parte nos tempos de combate à COVID-19 (coronavírus)!

Acesse!!!

Aproveite ao máximo nossas postagens e propostas de atividades para casa!

Juntos venceremos!!

domingo, 29 de março de 2020

“Guia para lavar as mãos corretamente”


“Guia para lavar as mãos corretamente”

(Disponibilizado pela Nova Escola)

O indicado é usar água e sabão e seguir uma sequência de movimentos por ao menos 20 segundos

Por PAULA SALAS


São no total 12 passos para fazer uma boa higienização das mãos. Confira todos no guia abaixo. Ilustração: Rodrigo Damati/NOVA ESCOLA


"Parabéns pra você nesta data querida. Muitas felicidades, muitos anos de vida..." Uma música tão comum quanto Parabéns pra você pode te ajudar a se prevenir contra o Covid-19. Sim, a duração da música é o tempo que a higienização das mãos, usando água e sabão, deve durar. Isto é, pelo menos 20 segundos. 

Também há movimentos corretos para garantir uma boa lavagem das mãos, sem esquecer nenhum lugar, como mostra a imagem.

Para ajudar professores, pais e crianças a equipe da Nova Escola preparou um folder com as indicações de como lavar as mãos corretamente.

Acesse o link abaixo para acessar o folder. Siga as orientações e mantenha esse bom hábito na escola e em casa com as crianças.